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segunda-feira, 28 de junho de 2010

MULHER SOLTEIRA NÃO PROCURA...


"Compromisso é permitir que o outro entre na nossa vida, é sonhar junto sem se sentir ameaçado, marcar um horário sem se sentir controlado. Dividir o espaço sem se sentir invadido. Compromisso não é falta de liberdade, é o exercício da liberdade de estar com alguém." (via @CRISFRAGA - twitter)



Eu tinha outras coisas pra falar aqui hoje. Pra variar, muita coisa aconteceu desde a minha última postagem. Nossa... como pode acontecer tanta coisa em tão pouco tempo??? Na verdade, sempre acontece, né? O fato é que eu estive mais atenta e pude PERCEBER e, principalmente, SENTIR e VIVER com intensidade tudo o que se passou. Começarei, então... do início.


Há duas semanas fui à São Paulo encontrar uma das pessoas que foram mais importantes na minha vida nos últimos tempos... foi um dia lindo, de muita conversa, sinceridade, erros expostos, responsabilidades assumidas (de ambos os lados) e decisões estabelecidas com maturidade e amor.


Ao marcar minha passagem, ouvi muita coisa de muita gente. Amigos, família... bom, o básico era: "Renata, vocês vão se encontrar no Dia dos Namorados? Você não vai resistir... vocês vão voltar, você vai ver!". Rolou até um "quer apostar???" rsrs... por isso, assim que voltei, lá fui eu dar satisfações aos que estavam mais preocupados com essa situação. Escrevi aos meus amigos dizendo: "para o bem de todos e minha felicidade geral, declaro ao Rio de Janeiro que me mantive forte, continuo solteira e muito feliz!!!"


Uma das respostas que recebi hoje, me fez ter a idéia de escrever esse post. Uma amiga me pediu: "Renata, queremos saber a receita do "solteira e feliz", hein? Não q isso seja um problema, mas, pela história q nos contou, preciso saber a receita para sair de um problema feliz!!! ;-)"


Como negar esse pedido? Impossível!!! Então segue aqui a receita da felicidade encontrada por mim:


  • 1º passo - Pegue uma mulher inteira e coloque-a pra conversar com um ex-namorado, depois de um ano sem juntar os dois ingredientes. De repente, ela percebe que ELE está pela metade e que, na verdade, ela quer alguém ao seu lado que esteja inteiro tb, assim como ela (senão a mistura desanda fácil fácil...pois ela já esteve pela metade e sabe que isso não funciona com ninguém).
  • 2º passo - A partir daí, fica tudo mais tranquilo. Porque a "mulher inteira" percebe logo que, por mais que o "ex-pela-metade" diga as coisas mais lindas, palavras são só palavras... e mudanças só são geradas com um outro ingrediente que ela conhece muito bem: o tempo.
  • 3º passo - Sobre o elemento "tempo". Ela ja teve o dela... e esse é o momento dele ter o dele. Se ele vai aproveitar ou não, é de inteira responsabilidade DELE. Ela não tem mais nada a ver com isso e segue sua vida tranquila, sem pressa... mas sabe tb que não está mais afim de esperar por ninguém (principalmente depois de ler no blog de uma amiga sobre os contos-de-fadas... então ela comprova que não quer viver uma relação difícil esperando por um "final feliz"... ela quer mesmo é um "durante feliz".)
  • 4º passo - A mulher inteira então está livre. Livre pra conhecer e se deixar conhecer. Livre pra perceber que ela é uma "jóia rara" e que não é qualquer um que pode tocá-la. A mulher inteira não tem pressa. Ela sente prazer em estar com ela mesma, ler bons livros, encontrar verdadeiros amigos, trabalhar, ir ao cinema, ao teatro, ouvir boa música, passear por aí, sentir o vento bater no rosto e ver um lindo por-de-sol sem ficar pensando: "ahhhh... seria tão bom que ele estivesse aqui...". Melancolia não é ingrediente da mulher inteira.
  • 5º (e último passo) - A mulher inteira enfim está pronta. Neste momento, ela tem consciência que não PRECISA de ninguém, mas sabe tb que é uma delícia ter alguém por perto... então ela, atenta, deixa o espaço aberto pra que o homem inteiro possa se aproximar. E essa história de que os opostos se atraem, é pura balela, neste caso: a mulher inteira atrai o homem inteiro. A partir daí, é só degustar... ;)


Bom, ser uma "PESSOA INTEIRA" demanda um certo esforço, amigas... e muita terapia!!! Hahahah... mas qdo vc percebe que chegou lá, não tem quem te tire daquele lugar!!!!


Meninas... mulher solteira não procura... mulher solteira se encontra!


Concluindo, citarei minha mais nova "melhor amiga de infância"... rsrsrs... eis a frase da Beta: "a gente quer mais é ser feliz antes, durante e depois, mesmo que hajam, inevitavelmente, os intervalos de dores e problemas. ;-)"


Sejam felizes!!! Bjsssssss!

domingo, 6 de junho de 2010

DO AMOR E OUTROS... DEMÔNIOS?




Maio foi um mês de reflexão pra mim. Muito escrevi. Tudo senti. Nada postei.

Precisei desse tempo pra me conhecer um pouco mais antes de tirar conclusões definitivas sobre a vida... e acabei descobrindo mesmo que nada - absolutamente nada - é definitivo.

Mês passado muita coisa aconteceu. "LOST", por exemplo, acabou - e pode ser que "Flash Forward" não tenha uma segunda temporada!!! (mas não é disso que eu quero falar hoje não... meu lado "nerd" é infinitamente menor, perto da hierarquia de importância dos fatos).

Minha vida não foi nada fácil. Conciliar trabalhos e estudos foi uma espécie de loucura! Quase joguei tudo pro ar, vi que o stress tava começando a abalar minha saúde, mas no fim de tudo, acho que fiz as escolhas certas: das sete matérias da faculdade, eliminei uma - e fui ao médico, que me mandou eliminar também glúten, álcool e açúcar da minha alimentação... obedeci.

Além disso, tive sonhos que me despertaram. Sonhos quase premonitórios. Sexto-sentido? Intuição? Bom, seja lá o que tenham sido, fizeram com que eu revisse alguns conceitos... me afastei de algumas pessoas e deixei que outras se aproximassem, por exemplo.

É engraçado isso. Estou aqui escrevendo e tenho certeza que você vai ler. Você, que eu nunca encontrei. Você, que eu não conheço e que vai tirar conclusões precipitadas, deduzindo coisas sobre a minha vida, sem nem mesmo me conhecer. Ok... você sabe quem eu sou... e eu sei quem você é. Acredite, eu sei o seu nome e onde você vive. Parece filme de suspense, né? "Eu sei quem você é e vi o que você fez"... rsrsrs... mas não é nada disso. É bem mais simples: eu sonhei com você.

Ao aparecer pela primeira vez nos meus sonhos, você me perseguia, acompanhada de pessoas que queriam me agredir e depois fugia. Ainda assim, eu corria atrás de você pois precisava te proteger de um leão, antes que anoitecesse. Eu te guiava pra dentro de uma casinha de bonecas e, muito calmamente, te falava tudo o que tinha pra dizer - coisas que podia ter dito há muito tempo (desde maio do ano passado) - e vc, aparentemente frágil, sentadinha num canto, me ouvia atentamente. Só.

Aí vieram outras noites, outros sonhos... no último deles, conversávamos muito. E quando acordei, a sensação era de ter tido um pesadelo. Estava quase decidida a te procurar, pra tentar entender o porque de você aparecer tanto pra mim. Isso me incomodava muito porque, apesar de tudo, eu nunca quis seu mal. Eu sempre soube que no fundo, no fundo, você não tinha absolutamente nada a ver com a minha história... porém me dei conta de que, apesar das diferenças nítidas - físicas e comportamentais - somos muito parecidas e temos dois denominadores em comum: amor e medo.

Nos meus sonhos, você sou eu.

Bom, preciso então me apresentar: muito prazer, meu nome é RENATA.

Renata, aquela que renasce. E eu faço isso todos os dias, ao acordar. E hoje, renascida, por mais que você tente se fazer presente, não vou mais deixar que "fantasmas" atormentem minha vida.

Eu gosto da vida leve, sabe? Eu rio de mim, rio do passado, perdôo fácil mas nunca esqueço (como eu já disse em posts anteriores, esquecer pode ser bem perigoso).

Parceria pra mim é fundamental porque eu sou assim: parceira, companheira, leal. E se alguém realmente quiser estar ao meu lado e seguir comigo meu caminho, tem que fazer questão disso e agir. Porque palavras são só... palavras! E eu acredito mesmo é na construção de estradas paralelas, uma bem do lado da outra, na mesma direção.

Sinto o que é o amor inteiro, amar alguém com todas as suas qualidades e defeitos. Pois é... eu não evito mais aquele "leão" porque hoje sei me proteger. Vou ao seu encontro, sem medo. E caso eu perceba que ele ainda pode me machucar, posso te garantir que ele não fará parte do meu mundo. Simples assim.

Concluindo, "mulher do sonho": eu te liberto. Eu já entendi tudo... vou viver a minha vida, você vive a sua e não precisa mais aparecer para atormentar minhas noites tranquilas, ok?

Ah! Mais uma coisa: esse mundo é muito pequeno. Por isso quero te dizer que se, caso um dia, por conta do destino, nos encontrarmos pessoalmente... espero que já seja o tempo em que poderemos olhar pra trás e sorrir de tudo o que aconteceu. E aí então, será um prazer te conhecer.

Câmbio, desligo.

domingo, 18 de abril de 2010

É...



amor (ô)

(latim amor, -oris)

s. m.


1. Sentimento que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atracção!; grande afeição ou afinidade forte por outra pessoa (ex.: amor filial, amor materno). = afecto!ódio, repulsa

2. Sentimento intenso de atracção! entre duas pessoas. = paixão

3. Ligação afectiva! com outrem, incluindo geralmente também uma ligação de cariz sexual (ex.: ela tem um novo amor; anda de amores com o colega). (Também usado no plural.) = caso, namoro, relacionamento, romance

4. Ser que é amado.

5. Disposição dos afectos! para querer ou fazer o bem a algo ou alguém (ex.:amor à humanidade, amor aos animais).desprezo, indiferença

6. Entusiasmo ou grande interesse por algo (ex.: amor à natureza). = paixãoaversão, desinteresse, fobia, horror, ódio, repulsa

7. Coisa que é objecto! desse entusiasmo ou interesse (ex.: os livroselectrónicos! são o meu amor mais recente). = paixão

8. Qualidade do que é suave ou delicado (ex.: faz isso com mais amor). =brandura, delicadeza, suavidade

9. Pessoa considerada simpática, agradável ou a quem se quer agradar (ex.:ela é um amor; vem cá, amor). = querido

10. Coisa cuja aparência é considerada positiva ou agradável (ex.: o quarto dos miúdos está um amor).

11. Ligação intensa de carácter! filosófico, religioso ou transcendente (ex.:amor de Deus).desrespeito

12. Grande dedicação ou cuidado (ex.: amor ao trabalho). = zelodescuido, negligência

amor cortês: sentimento, frequente na literatura medieval, que se caracteriza por uma relação de vassalagem entre o cavaleiro e a sua amada.
amor livre: ligação afectiva! que recusa as convenções sociais e as instituições legais, nomeadamente o casamento.
fazer amor: ter relações sexuais. = copular, fornicar
morrer de amor(es): gostar muito.
não morrer de amor(es): não gostar.
por amor à arte: de forma desinteressada.
ter amor a: dar importância a (ex.: se tens amor ao dinheiro, pensa melhor).

(fonte: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa)

___________________

ps: texto do vídeo - "Quando o Amor Vacila" ( por Maria Bethânia)

domingo, 7 de junho de 2009

REALITY MODE: ON...





"I want you to know that I'm happy for you. I wish nothing but the best for you both.


An older version of me... is she perverted like me? Would she go down on you in a theater? Does she speak eloquently? And would she have your baby? I'm sure she'd make a really excellent mother...


'Cause the love that you gave, that we made, wasn't able to make it enough for you to be open wide, no... and every time you speak her name, does she know how you told me you'd hold me
until you died? 'Til you died? But you're still alive.

And I'm here to remind you of the mess you left when you went away.
It's not fair to deny me of the cross I bear that you gave to me. You, you, you oughta know!

You seem very well, things look peaceful.
I'm not quite as well, I thought you should know.


Did you forget about me, Mr. Duplicity?


I hate to bug you in the middle of dinner, but it was a slap in the face how quickly I was replaced.
And are you thinking of me when you fuck her?

(...)

'Cause the joke that you laid in the bed, that was me and I'm not going to fade as soon as you close your eyes... and you know it. And everytime I scratch my nails down someone else's back, I hope you feel it... well, can you feel it?
" (You Oughta Know - Alanis Morissette)


Há muitos e muitos anos, num reino distante daqui, uma menina andava pelas montanhas quando, de repente, montado em seu cavalo branco, um jovem apareceu oferecendo-lhe uma rosa.

Ele disse estar só de passagem, pois morava em outro reino... conversaram por horas a fio... olhando-a nos olhos, ele contou sobre suas aventuras e desventuras... e ao falar dos seus sentimentos, as palavras pareciam brotar do coração. E então, após um beijo demorado e doce, ele partiu.

" É um príncipe!", ela pensou.

A menina resolveu cultivar aquela flor em seu jardim, no vale em que morava. Plantou-a com todo cuidado e a regava diariamente, ao mesmo tempo em que ele enviava belas mensagens, cartas apaixonantes e pequenos presentes... e a cada dia mais envolvida, vivia o sonho de ser uma princesa também.

Para tornar isso tudo mais real, ela decidiu viajar deixando tudo pra trás, levando consigo apenas a rosa... mas pra isso teria que pedir permissão à corte. Aconteceu, então, o inesperado. Segundo as leis de seu reino, ela não poderia partir sem antes cumprir algumas tarefas importantes. E isso poderia levar mais tempo do que o previsto anteriormente.

O tempo? Foi passando... as mensagens dele já não chegavam com tanta frequência, as cartas já não eram embebidas em seu perfume e os presentes, inexistentes. Aos poucos ela descobriu que ele era um simples plebeu, cheio de defeitos, mas isso não tinha a menor importância. Mesmo a tratando estranhamente, oscilando entre a indiferença e a paixão, ele afirmava a querer perto dele. E ela, que também não era perfeita, queria apenas estar ao seu lado e sonhava em construir, tijolo por tijolo, um castelo pros dois. Estava tão determinada a cumprir seus deveres antes de partir, que não percebeu em que ponto tudo se perdeu... pois ele não soube esperá-la... e começou a distribuir rosas por todos os reinos em que passava.

De repente, a menina virou mulher. Acordou e estava assim: disposta a encarar a realidade dos fatos, cansada de se machucar à toa, certa do que queria fazer da vida. E deixou a rosa de lado, mas a regava aos poucos, caso o destino resolvesse diminuir as distâncias e comprovasse aquilo que ela, no fundo, ainda acreditava ser a verdade do seu coração.

Um belo dia, o jovem, numa de suas viagens, resolveu procurá-la. Encontraram-se.

Ele disse estar só de passagem, pois ainda morava em outro reino - apesar de não saber quanto tempo isso ainda duraria. Conversaram por horas a fio... olhando-a nos olhos, ele contou sobre seus medos e desejos... segurando suas mãos, ele disse que as outras rosas que distribuiu pelo caminho já não tinham a menor importância... e ao falar dos seus sentimentos, as palavras pareciam brotar do coração.

Então... amaram-se muito! Reconheceram seus cheiros, seus corpos, suas almas... e após um beijo demorado e doce, ele disse estar disposto a tornar esse amor possível. Pediu que o esperasse, pois
precisava partir para as montanhas, mas regressaria ao vale em breve.

Ela? Acreditou.

Três dias depois, ele voltou. Não a procurou. Ela então, imaginando que ele estivesse perdido, foi ao seu encontro.

Ao encontrá-lo, uma surpresa: em tão pouco tempo, ele já não era o mesmo. Sua alma não estava mais em seus olhos. E, friamente, ele disse que não a queria mais por perto.

Ela não entendia.

" Acontece", ele disse. Afirmou ter procurado pelo caminho uma princesa para a qual havia entregado uma de suas rosas... e que essa princesa o recebeu em seu castelo, sorrindo muito... e tinha até uma carruagem! Por isso, ele decidiu que se mudaria para o seu reino, pois queria mesmo era tornar a vida mais fácil, inventando uma nova paixão por alguém que já tinha o que ele tanto buscava na vida e que, ainda por cima, acreditava que ele era um príncipe.

Ela o deixou ir... não sem antes fazê-lo enxergar que, ao abandoná-la, estava jogando uma jóia rara num precipício sem fim. Com isso, lembrou que não era mais uma menina e sim, uma mulher cheia de planos e sonhos a realizar. Portanto buscou esquecê-lo, apagá-lo da sua vida.

E o plebeu virou sapo.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

THE END...


"Amiga-Minha, com beleza e talento além fronteira, solicita caso eu tenha, texto sobre o amor ou um amor impossível.

Pensei...pensei...pensei e desisti, é difícil, não sou capaz pois não acredito.

Creio na incapacidade de usufruir o amor, o que é completamente diferente.

No primeiro caso ele já existe, então não acontece a possibilidade de não poder ser. Já no segundo; o de levar adiante este sentimento, é que começa a complicar. E ele não tem nada com isso.

Amor não é Paixão, que precisa ser alimentada, regada, e mesmo assim as vezes míngua, por excesso ou escassez. Ele esta ali presente, não importa o que aconteça.


O que existe é a dificuldade de exprimirmos esse sentimento e desfruta-lo,
seja por regras sociais ridículas, por covardia ou por temor em perder regalias.


P.S: Amor é uma coisa de e entre humanos.
É um sentimento baseado na satisfação do ego.
Do resto; adoramos, gostamos e até veneramos.
O uso desregrado da palavra acabou por à banalizar." (Cariuá Tatarana)


Hoje recebi de uma "grande-amiga-quase-irmã" esse texto, escrito com maestria por esse suposto "Cariuá". Logo hoje... que estou refletindo profundamente sobre essa temática: o Amor ( sim... com "A" em "caps lock" mesmo!).


" Amores são sempre possíveis", já dizia Moska.


Quero escrever hoje o que eu aprendi sobre o isso.

Tô inspirada.

Coisas da vida.


AMOR.


É um sentimento incompatível com o egoísmo. É a vontade de construir junto, de viver todos os momentos bons que ele possa ofecerecer. É o respeito, a responsabilidade, a parceria, o cuidado, o querer... e quando ele existe não há porque ter dor.


" Amor impossível" não é amor... é apego. Amor vem a dois. Eu amo. Você ama. Ponto. E juntos viveremos felizes para sempre, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença... compartilhando. Chamar a impossibilidade disso de "amor" é menosprezar a importância que ele tem. É se apegar ao que poderia ter sido caso as circunstâncias não fossem tão desfavoráveis. É ser fraco o bastante pra não conseguir viver com intensidade tudo de bom que um amor real pode trazer.


Fico me perguntando como algumas pessoas podem banalizar tanto o " Eu te amo"... o " Eu te amo MUITO". São frases que pra serem ditas requerem uma certeza absurda do que se sente, do que se quer. Senão é leviano. É irresponsável. É brincar com o sentimento alheio. É mentir.


Eu amei. Muito. E acreditei que fosse pra uma vida inteira. Acreditei no que ouvi, no que senti... acreditei na possibilidade do "nós"... o que, de repente, muito de repente (de repente MESMO!) não existe mais.


Eu fui capaz de amar alguém com todas as suas qualidades e os seus defeitos, da forma mais plena possível. Mas esse AMOR é MEU. E tomar conhecimento disso me fez ver que valeu a pena.


Vale a pena amar. Não pelo outro... por mim. Porque eu me amo também. Porque eu soube usufruir tudo de bom que esse sentimento me trouxe. Porque eu amo poder amar... e se isso está em mim, posso acreditar que existe por aí alguém que mereça muito receber o que tenho pra dar.


Não tenho pressa.


Sigo o meu caminho... com amor.


E fim.


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ps1: Cariuá, indiozinho, vc é sábio...

ps2: Cris... amo você, amiga-irmã-guerreira-meuombropratodasashoras!!!!